sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Oração pelas pessoas no sul do Brasil

Amigos, vamos pedir a Deus que console as pessoas que sofrem lá no sul com as chuvas. As perdas materiais podem ser reconquistadas mas, as pessoas amadas que se vão, é algo que não tem volta, é uma dor muito grande. Que Deus dê forças aos que choram neste momento. Que o Espírito Santo consolador esteja com cada um que sofre, em nome de Jesus.
Marcinha

Filhos, filhos, filhos, filhos, filhos...,

Às vezes me pergunto o que me levou a engravidar três vezes. Não, não me arrependo, apenas me questiono o porque dos filhos darem tanto trabalho e, muitas vezes, eu me sinto incapaz de entendê-los. A minha primogênita, Letícia, tem 9 anos; a segunda, Amanda, tem 4 e o Davi, o caçula, 2 anos. Para manter a harmonia em casa, procuro envolvê-los nas brincadeiras juntos mas, quase sempre, o pequeno se machuca. É apenas um bebê.
Hoje, a Amanda disse para Letícia que a odiava e a Lelê revidou com as mesmas palavras. Fiquei chocada! (me pinta que eu tô bege!) Pensei: o que fazer nesta situação? Algo precisava ser feito ou dito. Chamei as duas e mandei que se abraçassem (claro que houve resistência de ambas as partes) e que dissessem uma à outra que se amavam. Então eu as abracei e lhes disse que os meus filhos foram gerados para se amarem. Que situação!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Lar, doce lar...doce lar?

É, às vezes um doce lar está mais para um "azedim" lar! Os desentendimentos entre cônjuges, atritos entre irmãos, entre filhos e pais, os desafios do dia a dia, nos fazem achar que não estamos progredindo como família. Mas, ao contrário do que achamos, os atritos fazem parte do crescimento familiar e pessoal também. Através das diferenças dentro de casa podemos aprender que não somos mais especiais ou melhores do que os outros e, sim, semelhantes que, com suas diferenças podem e devem construir um mundo melhor, uma sociedade de paz em convivência tranquilia e harmoniosa.
Bjs,
Marcinha